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Pacotinhos de Noção

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

Pacotinhos de Noção

24
Fev21

Precisamos de um Rambo para a bazuca


A.K.

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ATENÇÃO! ATENÇÃO! BANDEIRAS AO ALTO QUE VEM AI A BAZUCA DA EUROPA.

É agora que vamos todos sair da cepa torta. Acabou aquela miserabilidade de andar a contar os tostões para a água, a luz e o gás. Com tanto dinheiro até vou pôr lâmpadas de 200w na casa toda e nem as apago...

E os negócios que neste tempo todo não facturaram? Pois que não se preocupem. Levam agora com um tiro da bazuca e fica tudo resolvido.

Pois é, seria bom mas afinal não é. A bazuca vem ai mas não temos um herói justo e digno como o Rambo ou o Comando do Schwarzenegger. Temos antes um Capone ou um Gotti que faz constantes jogos de charme com os tubarões da europa, afim de aumentar a bala da bazuca, mas nunca pensando em como pode beneficiar o povo, que foi o mais fustigado, mas sim com o intuito de engordar os cofres do Estado para depois ir distribundo milhões a seu bel-prazer, construindo novas estradas, cuja construções são sempre adjudicadas a amigos de primos ou sobrinhos (os grupos Lena desta vida), ou para fazer a renovação dos computadores dos serviços do Estado, que depois vão ter grandes máquinas computacionais, mas que em frente ao ecrã continuam a ter a D.Alzira que tem formação de dactilografa, e que com ela o sistema vai sempre abaixo. Falando em computadores vão também aproveitar para "oferecer" aos miúdos os computadores que eles precisavam agora, para terem as aulas em casa. Vão ser os Magalhães 2. Talvez o nome destes agora sejam os computadores "Alves dos Reis", também ele um descobridor, mas este descobria a melhor forma de burlar. Julgo bem adequado.

Vai-se apostar também em aumentar o número de funcionários públicos, e talvez construir ou remodelar um ou outro hospital. Nada contra esta parte, mas isto seriam coisas que o Estado já tinha a obrigação de fazer, viesse bazuca ou não, houvesse pandemia ou não.

Para as tais empresas que, com tanto tempo fechadas ficaram no vermelho... Perdão, vermelho não na verdade ficaram foi roxas, de tão sufocadas estão, com moratórias, layoff e empréstimos para pagar. Para estas, a solução que a bazuca da Europa trouxe foi... mais um bocadinho de suspense... FOI... MAIS EMPRÉSTIMOS.

Contentinhos?

A conclusão a que se chega é que o dinheiro da bazuca da europa é como aquele dinheiro que é dado aos miúdos, pelo aniversário, mas que depois acabam por serem os pais a gastar, porque afinal de contas precisam mais do que o puto, e eles até o sustentam.

21
Fev21

Parece que isto só está mau para uns...


A.K.

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Quase diáriamente tenho visto nos noticiários o quão difícil é para a restauração enfrentar esta pandemia.

Não podem receber clientes, o TAKE-AWAY não é suficiente para fazer frente às despesas e como tal o Estado deverá, obrigatoriamente, ajudar o sector.

Tudo isto são verdades e acredito que esta altura seja realmente bastante difícil, mas e todos os outros que não são da restauração?

Não sei bem qual foi o critério dos media para escolher qual seria o sector de negócio que merecia a benesse de quase diáriamente ter o papel de coitadinho em todos os noticiários de todos os canais, mas pelos vistos o nome que saiu em sorte foi "RESTAURAÇÃO".

Ao contrário da restauração há inúmeros negócios a quem não lhes é permitido abrir portas, que não podem fazer TAKE AWAY ou entregas, e que provavelmente também não vão conseguir qualquer apoio do Estado, por está ou aquela vírgula que estará a menos ou a mais num qualquer impresso das Finanças ou da Segurança Social.

O Sr.António, que é sapateiro, fechou totalmente. Assim como a Clarisse Cabeleireira, o Alfredo Alfaiate, o Francisco que tem uma boutique, a Alzira que é costureira, o Cajó que tem uma discoteca ou quem tenha um bar, uma sala de espectáculos, uma barbearia, um salão de estética... Todos os negócios estão em maus lençóis, infelizmente muitos deles não vão certamente reabrir e como tal não é DE TODO a restauração o sector de negócios que está a ser o mais fustigado. Calha até o negócio não ser um restaurante e ser uma pastelaria vizinha do INEM, ou de um quartel de Bombeiros, e poderá vir a ter direito a umas vacinazinhas antes que toda a gente. Ora aí está mais uma vantagem que os outros negócios não têm.

Neste momento não há uns mais coitadinhos que os outros. Estão todos no mesmo barco e este barco mete água por todos os lados, mas lá diz o ditado... Quem não chora não mama.

17
Fev21

Ninguém é melhor do que ninguém


A.K.

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O CARAÇAS, é que não é.

Esta é daquelas mentiras que de repetidas tantas vezes quase que passa a ser verdade, ou então é daquelas frases que muitos dizem só porque fica bem e não têm coragem de defender o que realmente sentem.

Tenderia a concordar se a frase fosse "ninguém nasce diferente de ninguém", mas ainda assim podiamos ter em consideração que uns nascem a chorar, outros não, uns nascem facilmente e outros têm que ser puxados a ferros.

Não aceito que possam dizer que eu não sou melhor do que o pai e a madrasta da Valentina, por exemplo. Acredito que 90% da população seja melhor do que dois trastes que tiram a vida a uma inocente criança que não fez mal a ninguém, não o pode ter feito. Para fazer mal a alguém teria que ter vivido o suficiente para conseguir ser maquiavélica e uma menina de 9 anos difícilmente o conseguiria ser.

Todos são inocentes até prova em contrário, mas aqui não há necessidade de prova, uma vez que estes seres podres e rasteiros já confessaram, muito embora tenha sido uma confissão em que tentam imputar a culpa um no outro. Não é de admirar, porque deste género de pessoa a surpresa seria se tivessem um gesto de nobreza ou arrependimento, mas não.

Na verdade estes dois nojentos são vítimas. Afinal de contas, quem comete este tipo de atrocidade tem sempre uma franja da sociedade que os defende ou justifica, dizendo que a vida os fez caminhar em direcção à má vida e criminalidade, e que não podemos dizer que não fariamos o mesmo. Bardamerda a quem tiver sequer este tipo de pensamento.

A conclusão é só uma. Há pessoas más, há pessoas MUITO más, e dizerem que ninguém é melhor do que ninguém é estarem a colocar toda uma sociedade ao nível de esgoto a que este Sandro e esta Márcia se nivelam.

Tenho filhos, e se pingam do nariz já não fico descansado... Há sempre alguém melhor do que alguém, e melhores que eu são aqueles que acham que estes dois não deveriam enfrentar uma prisão perpétua... no mínimo.

12
Fev21

Acerca do "Gorda fura-filas"


A.K.

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E depois do meu último post, em que falava da vitimização de todos e mais alguém, eis que surge a polémica da Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, que serve muito bem para ilustrar exactamente o contrário daquilo que referi.
Neste caso em concreto, em que a menina Cavaco usou de rudeza e falta de educação, as definições e características que foram atribuídos aos visados pela bastonária, não passaram de agressões gratuitas e que, essas sim deveriam ser passíveis de um qualquer tipo de sanção.
Aquilo que é ainda mais interessante é que Ana Maria Cavaco ainda acha que chamar "gorda fura-filas" à presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes é justificado pelo facto de que a própria presidente da Câmara justificou afirmou ter sido vacinada por ser obesa e hipertensa, fazendo dela uma pessoa de risco... O tema não é este, mas as únicas pessoas de risco hão-de ser os munícipes de Portimão por terem como presidente alguém que deixa a desejar à honestidade, mas isto não invalida a atitude destemperada de Ana Maria Cavaco que até poderia ser desculpável. Poderia ser desculpável se nos estivéssemos a referir a uma adolescente estúpida de 14/15 anos, que faz do Facebook, Instagram e Tik Tok o seu "modus operandi" para ofender as outras rapariguinhas da idade dela, mas não... Estamos a referir-nos a alguém que ocupa um cargo de alguma importância, que tem claras intenções políticas para o futuro e que, pelo aspecto já vai com uma idade entradota... Mas isto pode ser por ser magra de tão ruim. Os magros são sempre mais feios e parecem sempre mais velhos.
Este tipo de ataques pessoais, e que dizem respeito apenas ao físico são feios e só os faço porque dá gozo ser estúpido com quem também o é.
Para ser ainda mais contundente na minha ofensa devo dizer à Sra. Dona bastonária que para mim, ela foi separada à nascença da irmã gémea, a Sónia do Big Brother, e que a irmã mais inteligente está num "reality show".
Mas também não se pode esperar muito de alguém que gosta de andar aos beijinhos com André Ventura.

09
Fev21

Vitimização "is the new black"


A.K.

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Sabem quem é Idris Elba?

Aquele actor preto que entrou no Thor, no Velocidade Furiosa e que dizem que pode vir a ser o futuro James Bond?

E por falar em James Bond, sabem quem foi o actor Hervé Villechaize?

Aquele anão que fazia de Nick Nack nos filmes do 007 e que todos dizem que é parecido com o Toy.

E o John Goodman, conhecem? Aquele actor gordo que fez de Fred Flinstone e que agora emagreceu e já não é tão gordo assim.

Além de serem actores, o que é que estas três pessoas têm em comum?

Têm características físicas que lhes permitem serem mais fáceis de identificar.

Poderia ter identificado o Idris Elba como alguém simpaticíssimo, Hervé Villechaize como uma pessoa instrospectiva e o John Goodman como alguém com um enorme sentido de humor... Poderia, mas estaria a mentir, pelo simples facto que não os conheço e não sei como realmente são. Usei características físicas não como forma de racismo, body shaming ou qualquer outra conotação que queiram dar, usei apenas por ser mais simples.

Nos dias de hoje todos são demasiado susceptíveis, todos se colocam no papel de vítimas porque a vitimização "is the new black"... E pronto, lá estou eu a utilizar o black abusivamente. Peço desculpa de antemão. Usei o black sem qualquer tipo de pudor porque para mim é apenas UMA PALAVRA. Eu seja ceguinho se estou a mentir... C'um caraças, agora posso ser acusado de estar a minimizar os invisuais, por ter usado o termo ceguinho e por não me ter colocado no lugar dos mesmos.

Uma pessoa já nem sabe o que pode dizer ou escrever, este amordaçar popular é um cancro que tenta matar a liberdade de expressão.

Calma ai, calma ai... Falei de cancro, e embora tenha familiares que pereceram do mesmo, não tenho legitimidade para poder falar na doença.

Não gozei com ninguém, não ridicularizei nenhuma situação de doença física ou mental, côr da pele, credo ou morfologia da pessoa, mas ainda assim há sempre a possibilidade de alguém se sentir ofendido com o que eu escrevi. E ainda há o bónus de se por acaso eu escrever "perespectivia", em vez de perspectiva, rápidamente vai aparecer alguém a aproveitar a falha para me dizer que "não devia gozar nem falar de determinados assuntos que desconheço e que podem ser traumatizantes para terceiros e ainda por cima sou analfabeto", incorrendo assim numa ofensa pessoal, que me permitirá a mim vitimizar-me.

08
Fev21

Mas é que é só style...


A.K.

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"...é só style..." ou "...manda g'anda style..." são quase interjeições que eram comumente usadas na década de 90. O "style" em si era discutível, mas a verdade é que cada um fazia o seu, seguindo as tendências deste ou daquele estilista ou tentando imitar os actores e músicos que estariam mais na berra, na altura.

Anos passaram e a preguiça tem vindo a ganhar terreno, como se de um galgo hiperactivo se tratasse, principalmente a mental.

Isto porque antes cada um fazia o seu próprio estilo, agora a nova tendência é pagar a alguém para nos fazer seguir determinado estilo. Ou então melhor ainda, podem pagar a alguém que nem vos diz que estilo devem seguir, mas que vos dá as ferramentas ideiais para que então, ai sim, possam vocês mesmo criá-lo. A necessidade gera a oportunidade e foi então assim criada mais uma profissão, que é a de styling coach.

Caríssimos, a verdade é só uma. Paga quem quer e vende quem pode, e se há quem pague para lhe dizerem o que vestir, então que vendam esse serviço. Aquilo que me faz escrever estas linhas prende-se mais com a falta de profissionalismo. Caso não tenham nada de mais importante para fazer, como cortar as unhas ou espremer uma borbulha, peço então que percam por favor, um pouco de tempo pesquisando por styling coach no Instagram. A moça da imagem não interessa de onde é, nem quem é. A única coisa que interessa é que é uma entre muitas, que se diz styling coach e ao ver pelas fotos da pessoa a vontade que dá é tentar perceber quão styling ela conseguiria ser com o cabelo lavado e se em vez do saco do Pingo Doce tivesse um do El Corte Ingles, por exemplo, sempre é mais trendy.

O que é facto é que esta pessoa cobra a alguém porque acha que a maneira como se apresenta é refinada o suficiente, para que possa assim definir que percebe tanto de estilo, podendo até dar conselhos aos outros. Aqui podemos escolher um de dois típicos. Ou o típico "faz o que eu digo, não faças o que eu faço" ou o típico "falta de noção e vergonha na cara".

Reitero que isto não é um ataque pessoal a esta pessoa. Não a conheço, sei qual a sua profissão por aquilo que torna público, mas colegas desta pessoa, há-os por aí aos pontapés, mas não são uns pontapés quaisquer. São uns pontapés magníficos, dados com umas botas cheias de style. 

05
Fev21

Viva!!! Chegaram os alemães


A.K.

 

Fiquei maravilhado em ver a pompa e circunstância feita com a chegada dos médicos alemães. Melhor que isto só quando tivemos a final da Champions, para agradecer aos que lutam diariamente contra a pandemia, que na altura eram enfermeiros e bombeiros e que agora são todos... Menos o Diogo Faro.

Não me interpretem mal, a importância de termos ajuda externa é inatacável, só peca por tardia e se mais ajuda houvesse mais deveria ser usada. Aquilo que não me parece natural é a festa toda feita à volta disto. É bom que se tenha noção de que os médicos alemães, os enfermeiros e todo o material que trazem, é necessário porque todos os dias morrem mais de 200 pessoas e porque o nosso SNS não está a conseguir fazer frente aos obstáculos que vão surgindo diáriamente. 

Só não percebo é porque raio trouxeram ventiladores! De certezinha que passaram os 20kg de bagagem permitida e sem necessidade nenhuma. Recordo-me bem que o nosso Primeiro-Ministro tinha feito grande alarido quando garantiu que tinha adquirido 500 ventiladores à China. Mas não foi só o Primeiro-Ministro. Toda a "entourage" jornalistica pró governo também tinha dado muito ênfase à magnífica compra. Já a notícia de que foi feita a anulação de grande parte dessa mesma compra, é que parece ter passado meio despercebida.

No início da pandemia pensei que era uma sorte não termos um governo populista e ditatorial como seria um do André Ventura, por exemplo, mas a verdade é que o tempo passou e aquilo que se vê é que o que temos é um "des"governo popularucho e com laivos ditatoriais.

Justifico a definição do popularucho com exemplos como o dos ventiladores já acima referido, do milagre proclamado por Marcelo que foram os números da primeira vaga, a vergonha da final da Liga dos Campeões, o choro forçado da Marta Temido no aniversário do Instituto Ricardo Jorge, as vacinas que vinham aos milhões e que agora são racionadas porque afinal vêm poucas, o afrouxamento das medidas no Natal e Passagem de Ano porque ficava bem...

Ditatorial porque de há um ano para cá os nossos governantes só ainda não nos disseram de que maneira e a que horas havemos de limpar o rabo, e qual o papel a usar. E mesmo que dissessem ia ficar tudo sujo na mesma, porque com tantas medidas e restrições que foram colocadas e depois tiradas, e depois novamente colocadas mas afinal não são colocadas assim mas assado... de nada adiantou, porque mesmo assim a coisa chegou ao ponto que chegou. Agora até querem punir severamente quem "pular" a fila para ser vacinado. Saltitões estes que nem deviam existir porque afinal de contas (mais uma vez) se tinha feito grande alarido com a divulgação de quem ia gerir a situação de forma imaculada, a TASK FORCE que afinal é apenas uma TASKA FORCE, porque alguém vacinou sem querer um médico que afinal não devia ser vacinado. Para mim foi bebedeira e miraram no braço do médico certo e acertaram no braço do médico errado.

A verdade é que tem morrido gente em todos os países e isto mostra que para os governos não passamos só de números e de votos, que amanhã morrem mais 205, "mas até não está mal porque são menos que ontem", mas há mortes que poderiam ter sido evitadas caso tivesse havido, durante ainda a primeira vaga, planeamento para prever as seguintes. E estou a falar só de doentes Covid que morreram, porque se formos contabilizar os não-Covid que morreram porque não tiveram o seguimento necessário por partes dos médicos e hospitais...

Para terminar deixo uma pequena questão:

850 milhões de euros (dinheiro injectado no Novo Banco QUE VAI FALIR) daria para montar quantos bons hospitais de campanha para doentes Covid?

Por entre abraços e sorrisos, o Toninho e a Martinha que digam quantos.

02
Fev21

A badalhoquice do confinamento


A.K.

 

Os portugueses não são das pessoas mais asseadas do mundo. Basta pensar que temos o chão definido como receptáculo de pastilhas, beatas e escarradelas, mas temos também uma característica magnífica que é "a roupa de Domingo". Ora, a roupa de Domingo é uma prova cabal do quão javardo se consegue ser. Durante a semana não se toma banho e a roupa é lavada em anos bisextos, não vá o tecido estragar. Depois, chegando o dia da missa, toma-se uma banhoca rápida, um encharcamento de perfume do chinês e veste-se a roupa mofenta de Domingo, para se causar sensação na igreja. Mas isto é uma característica talvez já datada e vou então falar de algo mais actual.

Com o confinamento não há quase ninguém na rua. Uma das excepções são os passeios com os amigos de 4 patas. Não sei se pelo relaxamento de não haver tanta gente que observe ou se há dificuldade em comprar saquinhos de plásticos para as bostas dos cães ou ainda se o facto de estarem tanto tempo fechados em casa lhes causou uma qualquer calcificação na coluna, não os deixando vergar, mas a verdade é que nestes tempos andar na rua sem pisar merda de cão é mais difícil que acertar nos números do Euromilhões.

A minas de bolo fecal são um mal que todos conhecem mas tenho reparado que nesta altura de resguardo domiciliário o aumento foi significativo. Digo mais ainda, os senhores e senhoras, donos dos animais, aproveitando o facto de parques infantis não poderem ser frequentados por crianças, usufruem do mesmo para que os seus canídeos possam esvaziar as tripas juntos de um qualquer escorrega, baloiço ou balanzé. Atenção, sei que os animais não têm qualquer culpa. De facto, quanto mais conheço os animais, menos gosto dos donos. Isto porque os animais, para estas pessoas, são como os filhos e como tal são um reflexo dos pais.

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