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Pacotinhos de Noção

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

Pacotinhos de Noção

06
Jul21

Isto da evolução ainda vale?


Pacotinhos de Noção

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Eis-me aqui para abanar os alicerces da ciência, com uma nova teoria que tem a sua lógica e que só não será aceite por casmurrice.

Há cerca de 160 anos, Charles Darwin elaborou, também ele uma teoria, que quase todos conhecemos, e que é a evolução da espécie.

Esta teoria tem uma falha imensa que detectei, e em que Darwin não pensou.

Ora o cientista afirmava que nós, os humanos, somos fruto de uma constante evolução e que descendemos de primatas.

BA-LE-LAS.

Afirmo isto com convicção, porque como poderia Darwin dizer que somos uma evolução, se ele só acompanhou até ao período em que ele próprio viveu? É que desde lá para cá, o ser humano conseguiu começar a provar que a tal dita evolução estagnou e que, numa grande parte dos casos começou até a regredir, e rapidamente.

Aquilo que digo é facílimo de constatar, e caso estejam perto de uma qualquer taberna ou tasco que tenha esplanada, poderão observar como a "desevolução" tem sido acelerada. Muita da comunicação passou até a ser feita por urros, como de primatas pré-históricos se tratassem.

Uma das conquistas do nosso desenvolvimento foi a comunicação e a informação.

Saber comunicar é sinónimo de cultura, inteligência, formação e evolução.

Estar informado demonstra que somos preocupados com o presente e com o futuro e que adquirimos conhecimentos e capacidades para nos ajudarem no nosso dia-a-dia. Isto não é novidade nenhuma e toda a gente o sabe.

Acontece que se existisse uma máquina do tempo e Darwin nos visitasse, ele ia baixar os braços e dizer: "Ponho-me a inventar sem ter provas concretas, e atribuo evolução e inteligência a uma das poucas espécies que se acha única e especial e que é na verdade oca e desinteressada.

Estamos há 21 anos no século 21, e recordo-me de no final dos anos 80 pensarmos que depois do ano 2000 isto ia ser tudo futurista e evoluído... Mas não é.

Tecnologicamente evoluímos muito, é um facto, mas isso reflecte-se pouco no nosso quotidiano.

Com a internet por todo o lado e com tablets, telemóveis e computadores com acesso à mesma, não deveria ser possível que fosse possível (passo a redundância) que alguém tivesse dúvidas fosse sobre o que fosse, e não se tente esclarecer, optando antes por ser ignorante.

Há dias fizeram duas décadas desde a morte da Princesa Diana. Sei que foi já há 20 anos, mas existirem pessoas com a idade de 27, e que até já tinham 7 anos aquando do acidente em Paris e que me perguntam quem era a Princesa Diana, e que justificam a sua ignorância com um "Ah... Não era do meu tempo"...

Napoleão não é do nosso tempo, Abraham Lincoln não é do nosso tempo, Salazar, não é do nosso tempo, mas fazem parte da história que é do nosso tempo e que nunca se apaga. Muito pelo contrário. Está toda disponível para consulta gratuita e está bem dentro do nosso bolso, no telemóvel

Só continuaremos ignorantes se quisermos e o grave é que queremos.

Com esta ignorância, ainda por cima arrogante, vem ainda uma falta de desinteresse por tudo e um foco exagerado numa só tarefa que está normalmente ligada às consolas e jogos de computador.

Se a desculpa do tempo fosse sequer plausível, o correcto era nem sequer termos compêndios de história, pois tudo o que lá está escrito ficou no passado, e como tal é deitar para o lixo.

Costumava dizer-se na escola que estavam a formar os Homens do amanhã, mas aquilo que agora se vê é que algo deve ter falhado, porque os Homens já são Homens, o amanhã já é hoje e os Homens ou não estão formados ou estão mal formados.

26
Jun21

Os filmes são como os livros, não se julgam pelas capas


Pacotinhos de Noção

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Penso que devemos deixar o trabalho ser feito por quem sabe, sob a hipótese de podermos vir a meter os pés pelas mãos. Ainda por cima não sou nenhum Rui Pedro Tendinha, mas este filme deixou-me tão satisfeito que tinha que falar sobre ele.

Wrath of Man é baseado num filme francês, de 2004, "Le convoyeur", que não teve o sucesso esperado. A base é a mesma, mas Guy Ritchie acrescentou o "je ne sais quoi" que o francês Nicolas Boukhrief não tinha conseguido.

Inicialmente Jason Statham interpreta o papel de H, um homem que supostamente vai apenas atrás de um emprego como segurança numa carrinha de valores que, logo num dos trabalhos iniciais de H, sofre uma tentativa de assalto. Apenas tentativa porque H impede que o mesmo aconteça.

Quem estiver a ler poderá cair no erro de pensar que vai assistir a uma cena de pancadaria, ao estilo dos filmes The Transporter, mas não.

Na verdade sendo este um filme classificado como, e sendo de acção, Jason Statham não puxa dos seus galões de lutador de artes marciais. Relembro que noutras parcerias com Guy Ritchie, Statham também não usa esta sua característica. Guy Ritchie escolhe o actor pelo actor e não pelas suas capacidades atléticas e, na minha opinião, por participar frequentemente em filmes de pancadaria, a qualidade de Jason Statham tem sido subestimada.

Voltando ao filme em questão.

Aquando da tentativa frustrada do assalto à carrinha de valores de H, conseguimos perceber que existe algo mais do que uma simples procura de trabalho. Isto pela prontidão e pela frieza com que a personagem elimina o problema que lhe surgiu.

A partir deste ponto o filme começa um desenrolar interessante de acções encadeadas que nos mostram o porquê e como tudo sucedeu.

Não vou aprofundar mais pois esta não é sequer a minha área e poderei divulgar mais do que aquilo que seria desejável.

Importa referir que todo o filme se encontra emoldurado por uma bastante aceitável banda sonora que fica a cargo do oscarizado Chris Benstead, que já havia colaborado com Guy Ritchie em The Gentlemen.

Fica a sugestão de um bom filme de acção e algum suspense. Fica mais barato do que irem massivamente a Sevilha.

 

 

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