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Pacotinhos de Noção

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

Pacotinhos de Noção

30
Mai22

Os famosos não andam lá muito famosos


Pacotinhos de Noção

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Longe vão os tempos em que ser-se famoso eram sinónimo de encanto, fascínio e exclusividade.

Evitei até agora falar do caso Johnny Depp/Amber Heard, porque não quis de alguma forma influenciar o julgamento, e, porque temia que se um ou outro lessem o meu post, podiam ficar melindrados comigo, e uma amizade tão forte poderia ficar abalada. Sou amigo de lhes frequentar a casa e fazermos brincadeiras parvas e tudo. Uma vez, a Amber até apostou comigo que eu não conseguia fazer uma coisa em cima da cama deles. Eu ganhei a aposta, e eles mandaram um edredão para o lixo. O que vale é que devia ser do IKEA por isso não era assim tão caro.

Este julgamento, e os relatos de tudo o que se passou, mostram que grande partes das vezes ser famoso e rico só difere de um anónimo e pobre, porque a capacidade de não se ter limites é maior e, ao contrário do que se possa pensar, os limites são algo de positivo, pois são eles que nos impedem de sermos estúpidos, inconsequentes, arrogantes e idiotas, e com estes quatro adjectivos consegui caracterizar alguns famosos. Muito basicamente é isto que os diferencia porque depois, bem vistas as coisas, a desgraça é toda a mesma.

Este assunto veio-me à cabeça ao observar a família do Gonçalo Quinaz, que apareceu hoje no Big Brother para lhe prestar apoio. Aqui impera um pouco a futilidade, mas quando imaginamos a família de alguém "FAMOSO" não estamos à espera de um tipo de calções e meias puxadas, uma mãe com um vestido que parece um repolho cor de vinho, demasiado curto para os joelhos que tem, de alguém que vestiu uma camisa, essa sim, cor de repolho e outro alguém com uma camisa que parece feita de retalhos.

Não esperava ver a família real inglesa, até porque essa também tem uns podres bastante malcheirosos, mas esperamos sempre um pouco mais. E a questão nem é por ser em Portugal, conforme demonstrei no início deste texto, e também não tem que ver com dinheiro. O Cristiano Ronaldo tem dinheiro que não acaba mais, e isso comprou-lhe gosto? A ele ou a alguém da família? A Georgina, por exemplo, é tão deslumbrada, e acaba por ter tão mau gosto, que ser for comprar a mala mais cara que houver na BIMBA E LOLA, tenho a certeza que a única coisa que vai aparecer é a BIMBA, a LOLA, com vergonha, há de ter ido dar uma volta.

As redes sociais são também um dos motivos pelos quais aqueles que dantes eram distantes e inalcançáveis, e sobre os quais pouco saberíamos, agora estão aqui mais ao pé, não hesitam em falar e dar opiniões, por mais escabrosas que possam ser, mas que depois permitem que o tal "glamour" se desmorone e nos dê a sensação real de que eles são apenas mais uns.

São poucos os famosos a quem isso não acontece. Posso dizer, por exemplo, que no caso do Herman José isso não acontece.

O motivo de tal não acontecer, mesmo o humorista partilhando tanto da sua rotina diária, é porque tudo aquilo que ele mostra tem gosto, tem requinte, mesmo que esteja apenas a mostrar os pepinos que tem na sua horta.

22
Out21

É tudo uma questão de saúde mental


Pacotinhos de Noção

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Gentinha, vocês cada vez me metem mais nojo.

Então depois de há pouco tempo, no dia 10 de Outubro para ser mais preciso, se ter comemorado o Dia Mundial da Saúde Mental, e todos terem andado a apregoar a importância do dia, logo na primeira oportunidade que tinham de estender o braço a alguém que de vocês precisava, mostram o quão egoístas conseguem ser!?

Temos um senhor septuagenário que, recordo, esteve em prisão domiciliária, confinado numa pequenina casa em Cascais. Pouco ou nenhum sol foi apanhando, porque a área ajardinada dessa casa é mínima, há-de ter-se andado a alimentar à base de enlatados porque a vida está cara e como se sabe o homem agora não tem rendimentos, só reforma e todos nós sabemos como são as reformas Portuguesas, não dão nem para sobreviver, por isso está mais que justificado que Ricardo Salgado esteja a ficar cheché, com tantos problemas que o assoberbam.

Imaginem só como o ex-banqueiro se iria mais abaixo ainda se tivesse investido as suas poupanças em papel comercial de um qualquer banco e o dono desse banco seria um bandido e o papel comercial teria tão pouco valor que nem para papel higiénico serviria. Mas isto é apenas um suponhamos, porque neste jardim à beira mal plantado não há gatunos, não há pilantras, não há mafiosos.

Disso não temos, mas temos muitos casos de falta de saúde mental, de facto.

Como se sabe os advogados do ex-Dono Disto Tudo alegam que o homem sofre de Alzheimer. Foi um Alzheimer galopante que surgiu de rompante quando se começou a aproximar a data do julgamento. Se eu quisesse agir de má-fé diria que quem também padece de um qualquer problema de saúde mental, seriam os advogados do Sr. do BES, ao imaginarem que também os juízes estariam loucos e até toda uma população não estaria a bater bem da bola caso pensasse sequer em acreditar nesta repentina doença.

Que vergonha é coisa que não abunda, para quem se deu ao trabalho de roubar e corromper tanta gente, já ninguém duvidava e como tal também não causa espanto. O que já causará mais espanto é conseguir perceber como é que alguém, com a capacidade para engendrar planos e esquemas tão complexos que lhe permitiu chegar a ser muito, mas mesmo muito, milionário, com o dinheiro dos outros, admitiu a hipótese de os advogados poderem atirar para cima da mesa este argumento tão estúpido.

Quem por estes dias se tem sentido muito estúpido, segundo espéculo eu aqui e agora, é o próprio do Ricardo Salgado que, segundo fontes fidedignas que não existem, exclamou "Então era só fazer isto!" quando tomou conhecimento da fuga do seu muito estimado amigo, João Rendeiro.

Os juízes já avisaram que não aceitam o possível Alzheimer de Ricardo Salgado como desculpa para adiar o julgamento, e eu acho mal. Como se sabe o Alzheimer é tipo dor de cabeça, é uma coisa passageira que se trata com um ou dois Ibuprofeno, ou um antibióticozinho naqueles casos que são um pouco mais graves, e é por isso que o pedido de adiamento faz todo o sentido. 

O homem agora está mal, mas para a semana pode estar melhor.

Eu estou até desconfiado que este Alzheimer foi alguma coisa estragada que o homem há-de ter comido ou uma virose que apanhou em qualquer lado.

Eu, apenas por precaução, quero deixar aqui bem claro que não pretendo ir passar umas férias pomposas à Sardenha porque imagina que a virose anda lá pelos ares do Mediterrâneo e me ataca! Eu já não sou grande coisa da cabeça, mas não quero ficar lelé da cuca, sujeito a ter que pedir o adiamento de um qualquer julgamento a que esteja sujeito.

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