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Pacotinhos de Noção

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

Pacotinhos de Noção

18
Nov22

Direitos humanos? Isso é um detalhe


Pacotinhos de Noção

*DIREITOS HUMANOS? ISSO É UM DETALHE*

O à vontade que se arremata o assunto da falta de respeito pelos direitos humanos, mostra claramente o quão empático consegue ser o Marcelo das "selfies". A mais alta figura do Estado deveria ser merecedora do respeito de todos nós, mas sempre fui habituado a chamar os bois pelos nomes, e como tal Marcelo Rebelo de Sousa é um perfeito idiota.

Dos comentários que mostro nas imagens, o único real é o primeiro, mas não me admiro se, mais tarde ou mais cedo, todos os outros também se tornem reais. Aliás, são todos de notícias recentes e verdadeiras e o Presidente só fala nelas se lhe der jeito, ou popularidade. Se tivesse 20 anos o Marcelo estaria no Tik Tok a fazer danças anormais. 

Esta declaração infeliz, e outras que já aconteceram, são o resultado de termos um Presidente cujo critério de avaliação para ser eleito foi o de, entre alheiras e presuntos, fazer comentários num jornal nacional e recomendar livros que não lia.

Dizem que Marcelo dorme poucas horas por noite, e se calhar era melhor dormir um pouco mais. A falta de sono começa a mostrar que tem as suas consequências.

12
Out22

Lobo em pele de cordeiro


Pacotinhos de Noção

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Que Marcelo Rebelo de Sousa, como político, era pouco confiável, já muitos sabiam. Um homem populista, vaidoso, que não suporta que a comunicação social fique mais do que 48 horas sem se referir ao Presidente, causando até constantes fugas de informação em Belém para ficar assim sempre no olho do furacão.

Que era um homem com esqueletos no armário, só alguns é que sabiam, calculavam ou lembravam.

Diz-se que um homem é o reflexo da educação que teve, por isso acho que é importante referir que o Professor Marcelo deve o seu nome ao nosso último ditador, Marcelo Caetano. Caetano não foi seu padrinho de baptismo, mas foi padrinho de casamento dos seus pais. Era amicíssimo da família Rebelo de Sousa e o, então Marcelinho, sempre viveu numa família feliz, abastada e impregnada de amizades do Estado Novo. Marcelo Caetano não era o  padrinho de baptismo do Marcelinho, mas era Camilo de Mendonça, um Ministro da Economia de Salazar. 

Em 1972 casa com Ana Cristina Motta Veiga, filha de António Jorge Motta Veiga, outro - adivinhem - ex-Ministro de Salazar, neste caso Ministro da Presidência.

"Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és" é uma máxima mais antiga que Cristo, mas aqui é de fácil aplicação e faz-nos até compreender um pouco melhor a facilidade com que o Presidente da República, em conluio com o Primeiro-Ministro, não teve pudor em ir repetindo estados de emergência, mesmo quando os mesmos já não se justificavam. Era a sua veia de "Estado Novista" a latejar.

Conhecer as raízes de alguém mostra-nos a flor que mais tarde germinará, ou se em lugar de uma flor crescerá uma erva daninha. Dou-vos agora a conhecer, em forma de coscuvilhice, mais um caso que demonstra bem a fibra de que é feita a mais alta figura do Estado.

Estávamos ali pelo ano de 1993/1994, e no programa Parabéns, do Herman José, o convidado era Paulo Portas. Água vai, água vem, e na conversa do ex-director do jornal Independente com o apresentador, vem à baila um assunto em que Paulo Portas conta que, apenas para ter o que dizer, Marcelo se "desbronca" acerca de uma reunião, em forma de jantar, que houve entre Cavaco Silva, Mário Soares e alguns constitucionalistas, entre eles Marcelo, uma vez que é esta a sua formação. Contou tudo tão ao pormenor que até referiu que foi saboreada uma sopa fria, uma "Vichyssoice".

Paulo Portas, para confirmar a informação, contactou outro dos presentes nesse jantar e ficou a saber que a maioria do que Marcelo lhe havia dito era mentira, apenas lhe fez um relato inventado para, mais uma vez, estar no olho do furacão. 

Marcelo não gostou de ser exposto desta maneira em horário nobre, no programa do Herman, e cortou relações com Paulo Portas... E Herman? O que aconteceria a Herman?

Dois anos depois, Herman José estaria no centro de uma nova tentativa de censura a um seu programa. Era o Herman Zap, mais especificamente um sketch sobre a "Última Ceia".

Éramos guiados por um Governo PS, de um muito católico António Guterres. A Igreja não achou piada que brincassem com a história da comezaina final de Jesus, e começou a mexer os cordelinhos. Marcelo, que poderia estar calado, viu aqui uma oportunidade de se vingar de Herman José, e fez todos os esforços possíveis para conseguir censurar o episódio. É importante referir que ele era na altura o líder do PSD, e ainda assim não hesitou em dar o braço ao PS, para poder tentar derrubar Herman. Bato palmas à administração da RTP daquela época, que não cedeu a pressões e não permitiu que o sketch fosse cancelado.

Temos então um Marcelozinho azedo e vingativo.

Estas histórias todas servem para chegar à conclusão de que não me surpreende esta afirmação de que 400 casos de pedofilia não serem, afinal, assim um número tão elevado... E se calhar até não são, depende do ponto de vista.

Será que Marcelo diz que 400 casos denunciados não são muitos, tendo em consideração todos os que ele conhece, ainda para mais estando Marcelo há tanto tempo na política, e envolvido com altas patentes da Igreja?

Este texto vai beber muito ao passado, mas como muitos dos que me lêem são de uma geração mais recente, gosto, ocasionalmente, de referir assuntos que foram autênticos escândalos, mas que vão caindo no esquecimento.

Ballet Rose foi um escândalo de prostituição infantil e pedofilia, na década de 60 do séc.XX, que envolveu personalidades da altura, entre elas Ministros do Estado Novo, e figuras de alta importância na Igreja portuguesa. Dois tipos de grupos com quem Marcelo Rebelo de Sousa sempre teve o gosto de privar. Lembram-se dos padrinhos e do sogro?

É, portanto, perfeitamente normal que para o Sr.Presidente, 400 casos sejam poucos, no meio de tantos que há-de ter tido conhecimento.

Para terminar devo dizer que também me faz um bocadinho de confusão, como o caso de alguns miúdos, já adolescentes, que se prostituíam no Parque Eduardo VII, para ter dinheiro para comprar droga e roupas, teve a repercussão que teve, e este caso, apenas porque envolve a igreja, é abafado o mais possível. A imprensa fala nele, mas com pinças muito compridas.

Não quero criar teorias da conspiração, mas em relação à Casa Pia gostaria que recordassem que os políticos, alegadamente envolvidos, foram os primeiros a ser afastados do caso, porque afinal não havia provas contra eles. A ideia com que se fica é que, realmente, tiveram que adicionar uns nomes sonantes ao processo, para que outros nomes não fossem mencionados. O Herman teve a sorte de terem sido incompetentes quando o tentaram envolver. Outros não tiveram essa sorte. De facto, ser-se alguém famoso em Portugal, às vezes é uma corda no pescoço. 

Sim, sei que este texto está imenso, mas parece-me importante que se consiga traçar um perfil daquela que é a mais alta figura do Estado, mas que dá mais importância a tirar umas selfies, do que ao facto de existirem padres a tirar cuequinhas a crianças.

28
Out21

"Ganda" melão!


Pacotinhos de Noção

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E eis senão quando numa 4ª feira, que é aquele dia da semana chocho, porque está ali mesmo no meio em que ainda falta para o fim-de-semana mas também já não falta tudo, começam a acontecer coisas, e coisas muito engraçadas e os visados não sei se estariam ou não à espera, mas se não estavam "apanharam um ganda melão".

A primeira é uma autêntica salada de frutas.

A Polícia Judiciária fez hoje buscas na Junta de Freguesia de Arroios e na casa da dupla ex-presidente (da Junta e da ABRAÇO).

Ao que parece a PJ, para fazer o caminho da Junta para a casa de Margarida Martins, aproveitou a boleia de um funcionário da Junta que ia levar um quilo de figos à senhora, que são para pagar mas que ficaram assentes no livro dos fiados.

Ao que parece também a senhora é uma pilantra e usou-se do seu lugar de autarca para desviar algum "bago", e não estou a falar de uvas. Estou a falar de pilim, de carcanhol, de cheta.

Para mim não foi novidade que o abraço que esta senhora mais aprecia é o abraço do vil metal. Nos saudosos anos 90 a escola que eu frequentava contactou a então presidente da ABRAÇO para que fosse feita uma visita de estudo com o intuito de dar a conhecer aos jovens os perigos da SIDA, como evitar, a importância de não estigmatizar, e.t.c., ao que a voraz frugívora respondeu que apenas aceita visitas de estudo mediante pagamento. Mandámo-la à fava.

O segundo acontecimento é assim um tanto ou quanto inócuo.

Então não é que o Orçamento de Estado não foi aprovado? Uma oportunidade impressionante de nos podermos afundar a todos um bocadinho mais e o Parlamento não nos permitiu.

O Presidente da República tinha avisado que caso esta situação acontecesse iria convocar eleições, e ao que parece daqui a uns tempinhos lá iremos nós ao sufrágio.

Tenho que admitir que estou em pulgas. Sinto-me como aqueles garotos que têm uns ténis, velhos, sujos, gastos e mal cheirosos mas que sabem que daqui a pouco vão comprar uns novos e estão ansiosos para mandar para o lixo aqueles que já não prestam.

Não sei se a esquerda vai voltar a ganhar. Não tenho confiança no povo votante, que se vende pelas bazucas e promessas que já foram feitas, não foram cumpridas e que serão feitas novamente e o "looping" continuará infinitamente.

Outro "looping" que também acontece quase sempre são os anos de tortura que iremos viver depois de vários anos de desGoverno PS. Foi assim no pós-José Sócrates e vai ser assim no pós-António Costa. A memória do povo é curta e depois dos primeiros anos de um Governo não PS, já se vão começar a inflamar contra quem na altura estiver no poder.

Para finalizar faço apenas uma pergunta.

Hoje, em Outubro de 2021, estamos melhores do que estávamos em 2015, quando Pedro Passos Coelho deixou de ser Primeiro-ministro?

Fica a pergunta.

30
Jun21

Atropelei um passarinho


Pacotinhos de Noção

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Ia na A5, no sentido Lisboa - Cascais, e quase a chegar às portagens de S.Domingos de Rana um pássaro bateu-me no pára-brisas. O vidro não estalou mas sei que o pássaro morreu. Pela força da batida tenho a certeza que o pardal não se safou.

Isto aconteceu-me há 14 anos. Não é um trauma mas de alguma forma há-de me ter marcado, porque recordo o episódio com clareza até hoje.

Não me senti um cabrão, mas também não me senti um Cabrita.

Não sei o grau de sentimento de culpa do senhor Cabrita. Sei que do tipo que estava a trabalhar a culpa é total, ou pelo menos o comunicado que o MAI emitiu assim o dá a entender, pois os trabalhos não estavam sinalizados, o senhor estava a jogar à macaca no meio da auto-estrada e até tinha a alcunha de "Pombinho", por isso era mais que certo que poderia vir a ter o triste fim que teve o pardal a quem ceifei a vida.

A humanidade não é flor que se cheire mas quando ganham lugares de elementos governativos então fedem que se fartam. Séculos de história estão ai para o provar, mas mesmo sabendo isto, parece-me vergonhoso, obsceno e amoral demais que depois de tanta incompetência de um Ministro, cujos pedidos de demissão se vão acumulando de dia para dia, o mesmo continue em funções, tenha o apoio do Primeiro-Ministro e que o Presidente se feche em copas no que a esta personagem diz respeito.

Dir-me-ão que foi uma fatalidade... Estou de acordo, foi uma fatalidade, poderia acontecer a qualquer um, o que não é fatalidade é tudo aquilo que aconteceu depois.

Estes joguinhos de poder e protecção, esta máfia engravatada que corrompe o nosso dia-a-dia afirmando que nos governa, está só a governar-se a si mesmo.

O que aconteceu no SEF, se não tivesse saído cá para fora, tinha ficado por isso mesmo. Mas foi divulgado e a viúva do cidadão ucraniano ficou sem marido, sem sustento mas como a crítica internacional teve conhecimento do caso, teve que se calar a senhora com perto de 850 mil euros.

A mulher deste trabalhador não tem a crítica internacional do seu lado. Tem pouca da nacional, porque na altura em que o marido morreu, a crítica até estava mais preocupada com os jogos da selecção, e tem também um Ministério da Administração Interna cujo "patrão" é o tipo que lhe atropelou o marido, e que no lugar de lhe valer, só vai complicar mais as coisas. Isto parece até daqueles filmes em que por mais que o herói se tente safar, a areia movediça da máfia que o persegue é tal, e tem tantas ramificações no poder, que a única coisa que lhe resta fazer é dar-se à morte.

A BRISA já veio desmentir o MAI. A obra estava sinalizada, como aliás é apanágio da empresa em todos os seus trabalhos. Já o MAI não indica os níveis dos testes de alcoolemia, não dá a conhecer a velocidade a que seguia o carro e tentam apenas proteger um Ministro que de tão incompetente e arrogante, levou à morte de uma pessoa.

Mas isto não é caso único. Se bem se recordam, no Verão de 2017 deu-se o incêndio de Pedrogão e morreram pessoas.

O Primeiro-Ministro e o Presidente afirmaram que tal não podia tornar a acontecer... Em Outubro, e porque a época de incêndios supostamente já havia acabado, houve novos incêndios mas não havia os meios indicados para os combater. Morreram mais pessoas. Quem foi responsabilizado? NINGUÉM. A única medida que se tomou foi a obrigatoriedade da limpeza das matas, sob pena de se passar elevadas multas aos proprietários dos terrenos. Importa referir que os terrenos do Estado não servem de exemplo e poucos são limpos.

A empresa para quem Nuno Santos "Pombinho" trabalhava cobriu as custas do funeral. Não o devia ter feito. O Governo, do qual faz parte o elemento que custou a vida a esta pessoa, deveria ter olhado a esta despesa e a muitas outras que advém desta morte. Se os filhos de Ihor Homeniuk têm direito a uma pensão enquanto estiverem a estudar, e a viúva a uma indemnização, então também as filhas e a mulher de Nuno Santos deveriam ter. Os casos são diferentes apenas porque um está a ser abafado e o outro não foi.

Ainda se vai chegar à conclusão de que a culpa é só do motorista, que apenas teve que cumprir ordens, mas como se sabe a corda parte sempre para o lado mais fraco.

Eu matei um pardal e senti-me mal, o Cabrita foi responsável pela morte de um homem, mas não tirou o rabo do carro.

15
Abr21

Se não nos governam, que nos governemos


Pacotinhos de Noção

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Quem andar distraído, e que não conheça a realidade do país, poderá deixar-se envolver pelo mediatismo destas duas personagens. Ambos são exímios em enfiar a cabeça na areia quando algo dá para o torto e a realidade é que não nos governam, apenas se deixam levar. Não me estou apenas a referir a toda a situação em torno do COVID. Fazendo um muito pequeno esforço de memória relembro os incêndios de 2017, que foram uma clara demonstração de falta de prevenção e organização. O de Pedrógão foi uma tragédia e o 1º Ministro, o Presidente e até o Gato das Botas vieram lamentar o acontecimento, mas a verdade é que acabando no calendário a época de incêndios, achou-se por bem que já não havia grandes perigos, sem levar em consideração que estávamos a viver um dos inícios de Outono mais quente dos últimos anos e eis senão quando em Outubro se registam novos incêndios, e se em Junho já tinham morrido 66 pessoas, em Outubro morreram mais 49. Foram 115 mortes em poucos meses, sem que qualquer tipo de vírus tivesse interferido.

A verdade é que tudo passou, não houve consequências políticas, a não ser uma Ministra da Administração Interna que claramente não servia para o cargo e que demonstrava que os mortos não eram gente, mas apenas números.

Isto para dizer que muito pouca coisa mudou. Continuamos a ser marionetas nas mãos destes dois que nós vão deitando migalhas de pão bolorento mas que o propagandeiam como sendo pão-de-ló.

Aquilo que na altura fizeram foi imputar as culpas em quem tinha terrenos e que não os limpava. Gerou-se aqui uma nova oportunidade de multa fácil, que é o que se pretende.

Agora com o COVID a situação acaba por ser a mesma. Não haver vacinas é culpa de todos menos de quem as compra. Biden afirmou que iria vacinar 100 milhões de americanos, depois aumentou a fasquia para os 200 milhões e a verdade é que lá a vacinação decorre a passos largos. Têm mais poder económico? Pois claro que terão, mas o que ganham em poder económico ganha António Costa em chico-espertice. Posso estar a elaborar uma nova teoria da conspiração, mas a nossa vacinação é tão lenta que a ideia que dá é que Costa e Marcelo pretendem que se chegue a uma imunidade de grupo europeia e nós, sendo pequenos e estando aqui neste cantinho, acabamos por poupar ao não ter que investir nas vacinas... Mas a imunidade não se gera desta forma. E depois tentam fazer-nos viver a medo, ameaçando com novos confinamentos. Não é a confinar que a coisa se resolve, mas ainda assim poderá ser a que lhes sai mais baratos, porque apoios são próximos de zero e quem está em teletrabalho até se tem adaptado.

Vacinar, vacinar, vacinar, deveria ser o mote. Não pretendo respeitar caso haja novo confinamento. Os portugueses têm feito a parte deles respeitando o que tem sido indicado, mas acaba por ser frustrante estar a ser prejudicado para depois ver os números aumentar porque os miúdos tiveram que ir para a escola, porque os pais já não os aguentavam em casa, ou porque há uns tantos parasitas que querem beber imperiais nas esplanadas.

Itália, França, Líbia, Holanda, nestes países houve confrontos por causa da revolta que as pessoas começam a sentir por terem que confinar. Não devemos chegar a tanto, a violência só gera violência, mas se TODOS os negócios abrirem e se TODOS fizerem uma vida normal, ainda assim tendo todos os cuidados necessários para evitar ao máximo a transmissão, julgo que conseguimos demonstrar o nosso desagrado.

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