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Pacotinhos de Noção

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

A noção devia ser como o açúcar e vir em pacotinhos, para todos tomarmos um pouco...

Pacotinhos de Noção

27
Mai23

O campeão ajuda o cãopião


Pacotinhos de Noção

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E há sempre os dois lados da mesma moeda. O Benfica ganha, e muito bem, e o Galamba e o Costa ganham também, uns tempinhos de sossego. Quer por parte da comunicação social, quer do povo.

Depois chega o Verão, depois as Jornadas Mundiais da Juventude, e a coisa vai andando.

25
Jan23

Vergonhoso de várias maneiras


Pacotinhos de Noção

Vergonhoso.jpg

Já todos têm conhecimento desta notícia, de uma mãe, de 67 anos, e do seu filho, de 41, que moram há 4 semanas na praia, após terem sido despejados da sua casa.

Este assunto é como um mil-folhas, com várias camadas e níveis de vergonhoso.

É vergonhoso, que seja negado a alguém aquilo que é um direito fundamental da constituição, o direito à habitação. É vergonhoso que as várias instituições empurrem com a barriga a resolução deste caso, como se não estivessem duas vidas em jogo, porque de facto estão. Aparecer um maluco, capaz de tudo, que queira roubar o pouco que eles têm, não é uma probabilidade descabida. Uma pneumonia numa senhora com mais de 60 anos, numa altura de temperaturas baixas como agora, é uma probabilidade ainda menos descabida.

É também vergonhoso que a reforma desta senhora seja cerca de 300€, o que não lhe permite arrendar uma casa, e sim, estamos a falar de uma senhora de idade, que não terá na casa dos pais uma hipótese. Acho que é importante referir isso, quando vemos tantos quarentões, justificarem que moram em casa dos pais porque os preços das rendas estão proibitivos, o que é um facto, mas que ainda assim não serve de justificação a tipos quarentões que nem trabalho têm ou procuram, e que se penduram no pescoço dos pais, neste caso da mãe. Exacto, refiro-me a este filho, que à partida não sofre de nenhum mal de saúde, e tiro esta ilação precisamente porque nada em contrário foi referido na peça jornalística, mas que mesmo assim não procura trabalho, para fazer frente a esta situação agreste, pela qual passa, e vê a mãe passar. Ainda para mais não podemos dizer que é daquelas pessoas que nem sabem conjugar um verbo, porque quem tiver visto a peça, concordará comigo que já viram pessoas com discursos menos fluentes, em alguns reality shows, e às vezes até na política... Mas não falemos do Tino de Rans.

Consigo perceber que isto não é uma situação completamente clara, porque segundo informações divulgadas pelas notícias, estas pessoas recusaram ir para um abrigo, que, na minha opinião, será melhor do que morar numa tenda na praia, mas ainda assim, numa altura em que tantas lutas se faz, pelos direitos de tudo e mais alguma coisa (algumas imensamente válidas, outras nem por isso), causa arrepios imaginar que a autarquia, julgo que de Matosinhos, ou até mesmo o Estado, não tenham uma casa que possam, de imediato, tratando mais tarde das burocracias, atribuir a estas pessoas.

Ainda bem que vivemos sob o jugo de um Governo de esquerda, e socialista, para que estas coisas não tenham espaço para acontecer, embora aconteçam, o que mais uma vez, é VERGONHOSO.

17
Dez22

Senhoras de Tires, façam a vossa parte


Pacotinhos de Noção

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A 24 de Junho, no texto que aqui escrevi, intitulado "Jéssica", deixei o meu pesar pelo sucedido e a minha opinião acerca de que os culpados não estavam todos presos, que a mãe - que nem deveria ser apelidada dessa forma - seria também culpada, e que por isso devia ser punida.

As minhas palavras justificavam-se pelo facto de a mãe abandonar a filha à sorte durante 5 dias, de não ter feito queixa à polícia, e de mesmo com a filha sequestrada ter frequentado festas.

Levantaram-se vozes criticando o que escrevi, que não podia carregar uma mãe com uma culpa que não era dela, que desejavam que eu nunca sentisse o mesmo que aquela mãe estaria a sentir, e uma coisa posso garantir, é que por muitos anos que viva, não irei sentir nunca pelos meus filhos aquilo que aquela "mãe" sentiu, e ainda sentirá pela filha, que é descaso, desprezo, desapego, falta de amor, de empatia, carinho ou qualquer outro sentimento pela menina.

O caso é ainda mais grave do que aquilo que se pensaria, e o Estado, e a Segurança Social, deveriam ser fortemente penalizados pela culpa que também carregam, no que à morte da Jéssica diz respeito.

Ficámos agora a saber que a tortura da menina não foram só durante aqueles 5 dias. Jéssica era usada como veículo para transporte de drogas, e a mãe sabia-o. Ao que parece antes de ser mãe, Inês Paula era toxicodependente... Perdão, chamemos a coisas pelos reais nomes, mesmo que, mais uma vez, vozes se levantem. Inês Tomás era, é e continuará a ser, uma drogadita desprezível, miserável, que não merece o chão que pisa, o ar que respira, a trampa que faz. Uma drogadita que permitia que a filha fosse usada como correio de droga para poder assim continuar a consumir o que realmente lhe importava, algo que lhe é mais valioso do que a vida da própria filha. E aí de quem ouse tentar defender esta assassina, alegando que a droga faz as pessoas cometerem actos que nem se imaginam. Para ranhosos como Inês Tomás, haverá sempre quem estenda a mão, à Jéssica ninguém estendeu, nem mesmo um Estado, que a sabia em perigo, dai a terem sinalizado, mas que nada fez.

A necropsia da menina revela ter o ânus ferido, pela repetida inserção de objectos, com o fim do transporte de drogas. Amigos leitores, desculpar-me-ão todo e qualquer comentário um pouco mais destemperado, mas sou pai de uma menina de 2 anos, a quem mudo as fraldinhas, a quem passo pomadinha no rabo quando tem assaduras, para não sofrer, e como é que esta grandessíssima pu7@, esta valente c@br@, permite que lhe façam com a filha o que fizeram. Por mais drogada que seja, não há nem sequer hipótese de imaginar uma justificação.

O filho da ama, que matou a Jéssica, tem que se apresentar periodicamente na esquadra. Digo-vos que me faria muito menos impressão se as televisões nacionais tivessem optado por transmitir um filme pornográfico em horário nobre, e em sinal aberto, ao invés de mostrarem a festa que este bandalho fez em frente ao tribunal, mais uma série de merdosos como ele, por não ter ficado preso, e por só se ter que se apresentar na esquadra. Diz que não teve nada que ver com o crime, que é um homem inocente, mas não é.

Era ele que vendia, e ainda venderá, certamente, a droga que Jéssica transportava. Sendo ele filho de quem introduzia a droga na menina, e sendo ele o vendedor, querem mesmo fazer-me acreditar que ele não sabia de nada?

Nestas alturas lamento vivermos num país que, ainda assim, é pacato. A falta que faz, nestes casos, um linchamento popular.

Sim, sei que são duras as palavras, mas são conscientes. Não incito à violência, porque essa já foi feita, contra uma menina de 3 anos. Incito e clamo por justiça, porque sei que aquela que temos não funciona.

Nos comentários do texto de 24 de Junho falou-se em pena de morte. Um dos meus leitores, que é mais certinho que outros, defendeu que não deve existir pena de morte, que o Estado não pode utilizar essa ferramenta, sob pena de estar a decidir quem vive e quem morre... Exacto, não vamos decidir se quem matou uma criança de 3 anos deve morrer. Vamos antes deixá-los entrar numa cadeia e cumprir apenas 1/3 da pena. Acho justo.

Para acabar, e mais uma vez não incitando à violência, justifico o título deste texto como sendo uma forma de recado às reclusas do Estabelecimento Prisional de Tires que têm telemóveis, que ainda deverão ser algumas.

Muitas de vocês estão presas, sem poder estar com os vossos filhos, e agora têm aí uma colega que podia estar com a filha, mas que em vez disso permitiu que a matassem, sendo que grande parte dessa morte pode-lhe ser imputada. Mais uma vez digo, não apelo à violência, mas aquilo que é verdade é que em algumas zonas do planeta, quando alguém assassina uma criança, acaba por não chegar sequer a cumprir 1/3 da pena que lhe foi dada, e curiosamente acaba também por nunca mais cometer crime nenhum, e não foi a reinserção social que funcionou...

Estou apenas a constatar.

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